Ok, ok...
Foram grandes os clamores populares, os apelos, os pedidos, as súplicas...
Foi uma semana (por enquanto só metade dela) tão intensa e cheia de gente caindo de joelhos implorando pelo amor dedeus...
Pois finalmente suas preces foram atendidas... depois de tocarmos num lugar de elite por um preço salgadinho, resolvemos fazer a vontade do povo.
E pra infelicidade de todo mundo que nunca quis ir a um show do Brasøv e sempre usou a desculpa do preço, faremos um show de graça!
Siiiiiiiiiiiiiiiiiim... DE GRAÇA!!!
E mais... será um show completo, com o Brasøv completo!
Você pergunta: até com Ricardinho?
Eu respondo: Sim!!! RDG, os dois Raf(ph)aeis, Lucas Marcier, Fabiano Krieger, Felipe Rocha, o galã das novelas das oitos, eu (só esclarecendo... o galã das novelas das oitos é o Felipe, não eu. Longe de mim!). Estaremos TODOS juntos em cima do palco, dançando, cantando, tocando e brincando.
É uma chance semi-única que "você, você, e todos você" não podem perder!
Mas como tudo que é bom só pode ser tão bom a ponto de quase ser perfeito mas nunca chegar lá, o show não será na zona sul pra vocês, riquinhos playboyzinhos do leblon e adjacências (mamãe corrigiu o filho analfabeto que escreveu adjaSCências) reclamarem. Dessa vez vamos pra zona oeste! (olhaí povo da barra e proximidades... sem desculpa de que é longe!)
O show acontecerá na sexta-feira 13 (que é pra ficar ainda mais perto da perfeição) na Escola SESC de Ensino Médio, que fica na Avenida Airton Senna, 5.677.
Dizem que o concerto terá início às 20h. Ouvi dizer também que o pessoal que foi ao último recital achando que ia começar tarde, assistiu as duas últimas músicas do roteiro músico-experimento-turista daquela noite, portanto, não atrase!
SESC normalmente é pontual. Se o show está marcado pras 20h, chegue na hora e guarde o meu lugar!!!!
Mas o melhor de tudo é que, caso nada dê certo, caso o show seja uma merda, caso algum(ns) do(s) brasover(s) não compareça, caso do acaso bem marcado em cartas de tarô, não há o que se preocupar
(e não... eu não vou dizer que "meu amor, nosso amor estava escrito nas estrelas" até porque a letra da música não é assim)
Estou criando uma promoção incrível pra este evento desta sexta-feira 13.
Caso alguma coisa dê errado... qualquer coisa... por mais menos que seja...
Sua satisfação é garantida ou eu vou pessoalmente à sua casa, com o rabo entre as pernas, devolver integralmente o dinheiro do seu ingresso!!!
E tenho dito porque já falei muito mais do que achei que fosse conseguir num dia como hoje...
BRASØV, no que pode ser o último evento do ano no Rio de Janeiro
DE GRAÇA!!!!
Sexta-feira 13 (de novembro)
às 20 horas na Escola SESC de Ensino Médio
Avenida Airton Senna, 5.677
terça-feira, 10 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Brasøv no Zozô (edição pós-show)
Pois assim foi hoje à noite (ou já seria ontem à noite, visto que são quase 5 da manhã?). O show rolou lá no Zozô. Algumas pessoas apareceram pra ver. Outras simplesmente lá estavam e foram forçadas a ver da mesma forma.
Quem gostou, gostou. Quem não gostou foi embora no meio. E teve isso mesmo... gente indo embora no meio. Eu gosto assim...
O lugar é quase interessante, mas também bastante bizarro.
Pra quem não foi ainda, um aviso importantíssimo...
na área onde rola o show, não há ar condicionado. Apenas algumas janelas e uns ventiladores que, nesse calor ensurdecedor, servem pra fazer o bafo quente rodar pela sala (aliás... cobrar 40 reais por um show do Brasøv sem ar condicionado me parece uma ideia bastante retardada. Que dirá cobrar 70 ou 80 por shows de gente famosa).
O tal do Restaurante Zozô é uma evolução do Plataforma (onde atualmente fica o próprio Zozô). Não há show de mulatas, mas o clima é todo pra gringo. Afinal de contas, que carioca em sã consciência frequentaria um lugar ao lado da estação do bondinho do pão de açúcar, lugar 200% turístico?
E por ser uma ideia pra turista, obviamente tem preços abusivos. Tomar dinheiro de turista deve ser uma coisa tão boa que todo mundo copia. O problema é que turista não conhece o Brasøv... e aí acaba que os preços abusivos caem todos nas cabeças dos pobres coitados dos admiradores desse conjunto tão espetacular.
Estava quente pra caraleo de verdade mesmo... mas o show teve seus momentos ótimos, assim como teve seus momentos fracos. É difícil passar pela experiência de tocar em um restaurante... tipo musica ao vivo em churrascaria. Não é fácil pra quem não está acostumado, e o Brasøv definitivamente não está. Mas até que a gente conseguiu conquistar quem estava lá prestando um mínimo de atenção.
E como todo lugar metido a chique, com preços abusivos, o Zozô também é frequentado pela elite carioca, seja financeira ou popular.
Hoje lá estavam Glenda Klosklovskaya (aquela apresentadora do Globo Esporte cujo nome eu não sei escrever) e aquela modelo Leticia Brinkerstoffenhauer (outra cujo nome é insoletrável, se é que essa palavra existe). Ambas acompanhadas de amigos, gastando fortunas naquele lugar bizarro, onde o ar condicionado só funciona na área chique, e que vira uma boate ou coisa parecida depois do show (as luzes se apagam, as mesas se iluminam com velas, e um DJ coloca alguma coisa que está alta demais nos alto falantes da casa). Eu, obviamente, saí antes disso acontecer... só vi as luzes apagando e fugi logo.
A banda tem direito a uma refeição (com escolha entre risoto de tomate e um filé com fritas) e três cervejas (e quem não bebe toma três refrigerantes e ainda faz a casa sair no lucro).
Eu escolhi o filé. Não estava nem na pilha de risoto (o que é um milagre da natureza), nem na pilha de tomate... mas, de cara, fiquei irritado com a casa por eu não ter a opção de trocar as batatas fritas por qualquer outra coisa (ok, ok... eu sou da banda... estou ganhando uma refeição e ainda quero dar trabalho pra cozinha???).
Me irritou ainda mais quando os pratos chegaram... a carne, apesar de macia, estava fria.
Àquela altura (deixamos pra comer depois do show e era meia noite) eu já não queria mais discutir nada com ninguém... se eles não me deixaram trocar as batatas fritas por qualquer outra coisa, imagina o que aconteceria se eu reclamasse que minha carne estava fria?
Eu imagino que os clientes que pagam pra comer naquele buraco, devam receber pratos e comidas quentes... quem se fodeu fui eu porque, afinal de contas, músico tem mais é que se fuder mesmo, né? Aliás, nunca ficou tão claro aquele papo de que músico tem que entrar pela cozinha... não pode entrar pela porta da frente.
Pra dar uma pequena ideia, chegamos eu e Fabiano no restaurante, e nos dirigiram à entrada de serviço que, obviamente, passa pela cozinha.
Mas a entrada de serviço sai no fundo do restaurante, e o palco é exatamente do lado da porta de entrada.
Ou seja, entramos pela cozinha e cruzamos o restaurante inteiro até chegar ao palco.
A ideia de não deixar os réles músicos se misturarem aos clientes do restaurante daria mais certo se nos deixassem entrar pela porta principal (mas aí já é querer demais... daqui a pouco tô até pedindo tapete vermelho na entrada, só pra mim).
Por fim, depois de tocar, suar a camisa de verdade, comer carne fria e ver as luzes se apagarem praquele lugar virar uma boate/puteiro ou sei lá o que, fomos fechar nossas contas e ir embora.
Um erro na conta do Fabiano revelou mais dos preços abusivos do local...
4 refigerantes foram cobrados dele (indevidamente e ele não pagou), e o valor dessa brincadeira era de 23 reais!!!!
23 reais por 4 refrigerantes!!!!!
5,75 por latinha de refrigerante!!!!!!
imagina quanto não deve custar o tal do filé frio ao molho de mostarda que eu comi
No fim das contas, o show foi legal. O público que estava prestando atenção gostou. E o resto que se fouda.
Era bom eu dormir um pouco agora porque amanhã tem churrasquinho na laje do Barba lá do outro lado do mundo, pra o Canastra gravar um videozinho legal que será divulgado em tempo.
então, é isso...
Quem gostou, gostou. Quem não gostou foi embora no meio. E teve isso mesmo... gente indo embora no meio. Eu gosto assim...
O lugar é quase interessante, mas também bastante bizarro.
Pra quem não foi ainda, um aviso importantíssimo...
na área onde rola o show, não há ar condicionado. Apenas algumas janelas e uns ventiladores que, nesse calor ensurdecedor, servem pra fazer o bafo quente rodar pela sala (aliás... cobrar 40 reais por um show do Brasøv sem ar condicionado me parece uma ideia bastante retardada. Que dirá cobrar 70 ou 80 por shows de gente famosa).
O tal do Restaurante Zozô é uma evolução do Plataforma (onde atualmente fica o próprio Zozô). Não há show de mulatas, mas o clima é todo pra gringo. Afinal de contas, que carioca em sã consciência frequentaria um lugar ao lado da estação do bondinho do pão de açúcar, lugar 200% turístico?
E por ser uma ideia pra turista, obviamente tem preços abusivos. Tomar dinheiro de turista deve ser uma coisa tão boa que todo mundo copia. O problema é que turista não conhece o Brasøv... e aí acaba que os preços abusivos caem todos nas cabeças dos pobres coitados dos admiradores desse conjunto tão espetacular.
Estava quente pra caraleo de verdade mesmo... mas o show teve seus momentos ótimos, assim como teve seus momentos fracos. É difícil passar pela experiência de tocar em um restaurante... tipo musica ao vivo em churrascaria. Não é fácil pra quem não está acostumado, e o Brasøv definitivamente não está. Mas até que a gente conseguiu conquistar quem estava lá prestando um mínimo de atenção.
E como todo lugar metido a chique, com preços abusivos, o Zozô também é frequentado pela elite carioca, seja financeira ou popular.
Hoje lá estavam Glenda Klosklovskaya (aquela apresentadora do Globo Esporte cujo nome eu não sei escrever) e aquela modelo Leticia Brinkerstoffenhauer (outra cujo nome é insoletrável, se é que essa palavra existe). Ambas acompanhadas de amigos, gastando fortunas naquele lugar bizarro, onde o ar condicionado só funciona na área chique, e que vira uma boate ou coisa parecida depois do show (as luzes se apagam, as mesas se iluminam com velas, e um DJ coloca alguma coisa que está alta demais nos alto falantes da casa). Eu, obviamente, saí antes disso acontecer... só vi as luzes apagando e fugi logo.
A banda tem direito a uma refeição (com escolha entre risoto de tomate e um filé com fritas) e três cervejas (e quem não bebe toma três refrigerantes e ainda faz a casa sair no lucro).
Eu escolhi o filé. Não estava nem na pilha de risoto (o que é um milagre da natureza), nem na pilha de tomate... mas, de cara, fiquei irritado com a casa por eu não ter a opção de trocar as batatas fritas por qualquer outra coisa (ok, ok... eu sou da banda... estou ganhando uma refeição e ainda quero dar trabalho pra cozinha???).
Me irritou ainda mais quando os pratos chegaram... a carne, apesar de macia, estava fria.
Àquela altura (deixamos pra comer depois do show e era meia noite) eu já não queria mais discutir nada com ninguém... se eles não me deixaram trocar as batatas fritas por qualquer outra coisa, imagina o que aconteceria se eu reclamasse que minha carne estava fria?
Eu imagino que os clientes que pagam pra comer naquele buraco, devam receber pratos e comidas quentes... quem se fodeu fui eu porque, afinal de contas, músico tem mais é que se fuder mesmo, né? Aliás, nunca ficou tão claro aquele papo de que músico tem que entrar pela cozinha... não pode entrar pela porta da frente.
Pra dar uma pequena ideia, chegamos eu e Fabiano no restaurante, e nos dirigiram à entrada de serviço que, obviamente, passa pela cozinha.
Mas a entrada de serviço sai no fundo do restaurante, e o palco é exatamente do lado da porta de entrada.
Ou seja, entramos pela cozinha e cruzamos o restaurante inteiro até chegar ao palco.
A ideia de não deixar os réles músicos se misturarem aos clientes do restaurante daria mais certo se nos deixassem entrar pela porta principal (mas aí já é querer demais... daqui a pouco tô até pedindo tapete vermelho na entrada, só pra mim).
Por fim, depois de tocar, suar a camisa de verdade, comer carne fria e ver as luzes se apagarem praquele lugar virar uma boate/puteiro ou sei lá o que, fomos fechar nossas contas e ir embora.
Um erro na conta do Fabiano revelou mais dos preços abusivos do local...
4 refigerantes foram cobrados dele (indevidamente e ele não pagou), e o valor dessa brincadeira era de 23 reais!!!!
23 reais por 4 refrigerantes!!!!!
5,75 por latinha de refrigerante!!!!!!
imagina quanto não deve custar o tal do filé frio ao molho de mostarda que eu comi
No fim das contas, o show foi legal. O público que estava prestando atenção gostou. E o resto que se fouda.
Era bom eu dormir um pouco agora porque amanhã tem churrasquinho na laje do Barba lá do outro lado do mundo, pra o Canastra gravar um videozinho legal que será divulgado em tempo.
então, é isso...
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Brasøv no Zozô
Eu avisei a todos vocês em várias mensagens anteriores... foram dadas várias chances de assistir o Brasøv por pouco, ou quase nada (em alguns casos, até mesmo por nada). Mas nããããããããããão... ninguém quis me ouvir... ninguém quis aproveitar as oportunidades, apesar de todo mundo estar obviamente enlouquecido de vontade de assistir um show desse septeto magnífico.
Pois bem... todos se ferraram dessa vez. Já era... não há mais chances. Agora é o seguinte. Vocês todos, loucos para ouvirem a brilhante música do Brasøv e assistirem esses 5 (eu sei que septeto são 7, mas o próximo show terá a presença de apenas 6) gatos e eu, fazendo miséria no palco, agora são obrigados a desembolsar um dinheiro.
O Brasøv subiu de nível, meu povo... antigamente a gente tocava por um ingresso de 5 reais... depois subiu pra 10, aí 15... 20... e, em alguns casos raros, até 25 reais. Pois bem... esses dias ficaram pra trás. Finalmente descobriram nosso atual valor! Finalmente vão começar a me deixar rico por fazer parte desse conjunto impressionante! Finalmente vamos avançar em direção à (eu tenho certeza dessa crase!) dominação do mundo! Finalmente vocês vão ter que me engolir!!!! É penta!!! É penta!!!
hmmm, acho que me desvivei do assunto... perdão.
Pois bem... voltando ao que interessa porque eu tenho que sair pra trabalhar daqui a pouco.
Este sábado o valor do Brasøv será reconhecido (uma pena que, provavelmente, muito pouca gente vai estar lá pra assistir).
Sábado, dia 7 de novembro, às 22h, o Brasøv se apresentará no Restaurante Zozô (Av. Pasteur, 520 - Urca)
E nosso valor será reconhecido nos ingressos a 40 reais! Sim!!! Eu disse 40 reais!
Portanto, todos vocês super empolgados em ver o Brasøv, podem meter suas mãos nos bolsos... vocês têm 3 dias pra juntar dinheiro.
São 40 reais pelo Brasøv no Restaurante Zozô (que fica ao lado da estação do bondinho do pão de açúcar) no sábado às 22h!
Ok... ok... mesmo feliz por ter nosso valor reconhecido, tanto o pessoal da casa quanto nós mesmos somos minimamente misericordiosos...
Você pode pagar apenas 20 reais pelo ingresso se estiver na lista amiga.
Para tanto, mande email para emcasa2009@gmail.com ou listaamigabrasov@gmail.com
Mas isso é tudo o que vamos poder fazer por vocês!
Pois bem... todos se ferraram dessa vez. Já era... não há mais chances. Agora é o seguinte. Vocês todos, loucos para ouvirem a brilhante música do Brasøv e assistirem esses 5 (eu sei que septeto são 7, mas o próximo show terá a presença de apenas 6) gatos e eu, fazendo miséria no palco, agora são obrigados a desembolsar um dinheiro.
O Brasøv subiu de nível, meu povo... antigamente a gente tocava por um ingresso de 5 reais... depois subiu pra 10, aí 15... 20... e, em alguns casos raros, até 25 reais. Pois bem... esses dias ficaram pra trás. Finalmente descobriram nosso atual valor! Finalmente vão começar a me deixar rico por fazer parte desse conjunto impressionante! Finalmente vamos avançar em direção à (eu tenho certeza dessa crase!) dominação do mundo! Finalmente vocês vão ter que me engolir!!!! É penta!!! É penta!!!
hmmm, acho que me desvivei do assunto... perdão.
Pois bem... voltando ao que interessa porque eu tenho que sair pra trabalhar daqui a pouco.
Este sábado o valor do Brasøv será reconhecido (uma pena que, provavelmente, muito pouca gente vai estar lá pra assistir).
Sábado, dia 7 de novembro, às 22h, o Brasøv se apresentará no Restaurante Zozô (Av. Pasteur, 520 - Urca)
E nosso valor será reconhecido nos ingressos a 40 reais! Sim!!! Eu disse 40 reais!
Portanto, todos vocês super empolgados em ver o Brasøv, podem meter suas mãos nos bolsos... vocês têm 3 dias pra juntar dinheiro.
São 40 reais pelo Brasøv no Restaurante Zozô (que fica ao lado da estação do bondinho do pão de açúcar) no sábado às 22h!
Ok... ok... mesmo feliz por ter nosso valor reconhecido, tanto o pessoal da casa quanto nós mesmos somos minimamente misericordiosos...
Você pode pagar apenas 20 reais pelo ingresso se estiver na lista amiga.
Para tanto, mande email para emcasa2009@gmail.com ou listaamigabrasov@gmail.com
Mas isso é tudo o que vamos poder fazer por vocês!
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
aniversário
aniversário é uma coisa legal... tem gente que não gosta porque está ficando mais velho mas, se parar pra pensar, todo mundo está ficando mais velho todo dia. Eu, por exemplo, estou mais velho hoje do que estava ontem, dia do meu aniversário. E não estou reclamando (disso... porque do resto todo eu estou sempre reclamando).
Mas aniversário é legal porque é uma desculpa pra encontrar gente que normalmente a gente não encontra. Ontem, por exemplo, eu encontrei meu pai. Ridículo o fato de que eu não o encontro normalmente, mas assim é a vida com as agendas de músico (minha e dele) e técnico de som.
Já hoje, na comemoração oficial no Mike's Haus, foi encontrar gente que não vejo há meses (ok... tb não via meu pai há messes mas, como já disse, isso é ridículo).
Além do mais, hoje é dia de comer salada de batata, fleischkaese, salsicha de queijo, kassler, frikadellen, steak tartar, e se não estiver quente, quem sabe um goulash?
E, claro, como toda vez que eu vou ao restaurante alemão que tem as melhores e mais caras cervejas, encher a cara de mate! não posso esquecer minha Maß pra encher de mate e todo mundo ficar me olhando de cara feia.
Mas aniversário é legal porque é uma desculpa pra encontrar gente que normalmente a gente não encontra. Ontem, por exemplo, eu encontrei meu pai. Ridículo o fato de que eu não o encontro normalmente, mas assim é a vida com as agendas de músico (minha e dele) e técnico de som.
Já hoje, na comemoração oficial no Mike's Haus, foi encontrar gente que não vejo há meses (ok... tb não via meu pai há messes mas, como já disse, isso é ridículo).
Além do mais, hoje é dia de comer salada de batata, fleischkaese, salsicha de queijo, kassler, frikadellen, steak tartar, e se não estiver quente, quem sabe um goulash?
E, claro, como toda vez que eu vou ao restaurante alemão que tem as melhores e mais caras cervejas, encher a cara de mate! não posso esquecer minha Maß pra encher de mate e todo mundo ficar me olhando de cara feia.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
boas surpresas e constatações de fatos
O povo de Campo Grande é excelente... todo mundo muito gente boa. Uma enorme boa vontade. A galera que foi ao show estava super animada. O som estava excelente. O show foi realmente muito bom... lavou a alma depois do fiasco do CB. E de manhã partimos de lá pra cá.
Ao contrário do que previa a lógica dos hoteis, estou num excelente aqui em Cuiabá. Tem piscina (mas eu não trouxe sunga), tem internet de graça, tem tv a cabo (talvez dê pra ver um pouco do jogo da noite) e, o mais importante, tem ar condicionado no quarto.
Sim... porque cuiabá é a cidade mais quente que eu conheço.
Ok... só conheço uma micro parte da cidade por um micro intervalo de tempo. Mas o que eu já suei aqui desde que saí do avião, não é brincadeira. 5 segundos embaixo do sol e você já está ardendo. 10 passos pela rua e você já quer parar e encontrar o ar condicionado mais próximo. E é um pouco seco também... ridículo.
Depois de um pequeno atraso de 3 horas no horário previsto da passagem de som (atraso que a gente gastou numa sala com ar condicionado, uns pufs e a banda largada pelo chão dormindo), entramos no "palco" pra passagem.
Foi entrar no "palco" e tocar uma nota pra produzir uns 2 litros de suor. Isso porque não tinha luzes ligadas (não que eu ache que esse palco tenha muitas luzes, mas enfim...), ninguém estava se movimentando muito pra economizar energia, e o lugar estava vazio.
Mas ao ar livre... em cuiabá... isso deveria ser proibido. Disseram que passam mil pessoas pelo local do show. Ao mesmo tempo não dá... se mil pessoas entrarem no pátio do MISC, morrem umas 600 esmagadas ou desidratadas. Mas dizem que, durante a noite, passam umas mil pessoas por lá. Não me interessa muito... porque se tiverem 5 assistindo ao nosso show, já vai ser muito mais quente do que a passagem de som.
E a hora vai passando mas a temperatura não vai caindo...
Ainda bem que, aparentemente, teremos umas horinhas entre o fim do show e o horário de chegada no aeroporto pra tomar um banho e partir. Senão, ia ser bem nojento e desconfortável pegar o voo pra SP, depois um ônibus pro Rio encharcado de suor como vamos ficar, com certeza absoluta.
O negócio aqui é tão grave que foi permitido pelo chefe usar bermuda no show.
No mais... o Dallas conseguiu criar problemas pra vencer o Chiefs hoje de tarde e eu não pude ver o jogo no Orlando porque o horário da passagem de som era 15h... mas só aconteceu às 18h. Ridículo.
Ao contrário do que previa a lógica dos hoteis, estou num excelente aqui em Cuiabá. Tem piscina (mas eu não trouxe sunga), tem internet de graça, tem tv a cabo (talvez dê pra ver um pouco do jogo da noite) e, o mais importante, tem ar condicionado no quarto.
Sim... porque cuiabá é a cidade mais quente que eu conheço.
Ok... só conheço uma micro parte da cidade por um micro intervalo de tempo. Mas o que eu já suei aqui desde que saí do avião, não é brincadeira. 5 segundos embaixo do sol e você já está ardendo. 10 passos pela rua e você já quer parar e encontrar o ar condicionado mais próximo. E é um pouco seco também... ridículo.
Depois de um pequeno atraso de 3 horas no horário previsto da passagem de som (atraso que a gente gastou numa sala com ar condicionado, uns pufs e a banda largada pelo chão dormindo), entramos no "palco" pra passagem.
Foi entrar no "palco" e tocar uma nota pra produzir uns 2 litros de suor. Isso porque não tinha luzes ligadas (não que eu ache que esse palco tenha muitas luzes, mas enfim...), ninguém estava se movimentando muito pra economizar energia, e o lugar estava vazio.
Mas ao ar livre... em cuiabá... isso deveria ser proibido. Disseram que passam mil pessoas pelo local do show. Ao mesmo tempo não dá... se mil pessoas entrarem no pátio do MISC, morrem umas 600 esmagadas ou desidratadas. Mas dizem que, durante a noite, passam umas mil pessoas por lá. Não me interessa muito... porque se tiverem 5 assistindo ao nosso show, já vai ser muito mais quente do que a passagem de som.
E a hora vai passando mas a temperatura não vai caindo...
Ainda bem que, aparentemente, teremos umas horinhas entre o fim do show e o horário de chegada no aeroporto pra tomar um banho e partir. Senão, ia ser bem nojento e desconfortável pegar o voo pra SP, depois um ônibus pro Rio encharcado de suor como vamos ficar, com certeza absoluta.
O negócio aqui é tão grave que foi permitido pelo chefe usar bermuda no show.
No mais... o Dallas conseguiu criar problemas pra vencer o Chiefs hoje de tarde e eu não pude ver o jogo no Orlando porque o horário da passagem de som era 15h... mas só aconteceu às 18h. Ridículo.
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sábado, 10 de outubro de 2009
Em Brasília, 20:47
Mas por aqui são 19:47. Estou no fuso do Mato Grosso do Sul, de bobeira na internet do "hotel" esperando a hora da passagem de som.
Dos shows, começamos com hospedagem na excelente Chacara do Barão, em Campinas. De lá, fomos pro semi-razoável Cisnei, em SP.
Hoje estamos no Albergue da Juventude em Campo Grande.
O que será que vai acontecer amanhã?
Enfim, isso é rock na estrada...
Dos shows, começamos com hospedagem na excelente Chacara do Barão, em Campinas. De lá, fomos pro semi-razoável Cisnei, em SP.
Hoje estamos no Albergue da Juventude em Campo Grande.
O que será que vai acontecer amanhã?
Enfim, isso é rock na estrada...
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e por falar em som ruim
O que foi isso???
Sem grave, sem pressão pro público.
Sem guitarra, sem baixo, sem grave, com litros de sopros e muita microfonia.
E o som do DJ no volume 5 mil.
Preciso lembrar de viajar com meu protetor de ouvido. Só ouço zunir agora
E ainda faltam dois...
Sem grave, sem pressão pro público.
Sem guitarra, sem baixo, sem grave, com litros de sopros e muita microfonia.
E o som do DJ no volume 5 mil.
Preciso lembrar de viajar com meu protetor de ouvido. Só ouço zunir agora
E ainda faltam dois...
SP-Campinas-SP
Não tem nem 3 dias inteiros que estou fora de casa e já estou perdido achando que hoje é sábado (se bem que, agora já é sábado mas enfim... o show é sexta e ainda não aconteceu, logo, ainda é sábado).
Mas de qualquer jeito, quinta nós enrolamos, enrolamos, enrolamos e enrolamos um pouco mais... saímos tarde do hotel pra rodoviária rumo à (mãe, essa crase existe?) Campinas.
A viagem que deveria durar pouco mais de uma hora levou praticamente duas por causa do trânsito infernal de SP. Resultado, chegamos em Campinas em cima da hora da passagem de som.
Por felicidade do acaso, o show em Campinas era cedo. Estava cheio e a galera pareceu curtir.
Depois do show, aquele papo de "vamos pra festinha na Unicamp" e eu, sociável e animado como de costume, fiquei no hotel com internet de graça, resolvendo a compra das passagens Rio-Uberlândia-Rio pro fim-de-semana do dia 24 de outubro. Chega de 15 horas de ônibus na Viação Mota... não quero mais saber disso nunca mais!
O hotel de Campinas era tão bom... era um clube com várias piscinas, uma área aberta, um gramado ótimo... E a gente foi expulso ao meio dia.
Mas Renatinho é rei e conseguiu atrasar nossa saída. Ganhamos duas horas de tolerância e, ao invés de ir aproveitar o hotel, ficamos os 6 dentro de um quarto tentando ver videos da banda e falando besteira (prioridades bem organizadas).
E de Campinas voltamos pra SP... chegamos aqui as 21h e fomos passar o som no CB. Aliás, que som ótimo... tão bom que eu já até desisti do show antes mesmo dele começar. Eu não vou ouvir nada... e o público tb não. Então, foda-se (sério... estávamos passando Las Vegas e eu estava tocando o hino brasileiro no meio... o tempo todo... e ninguém percebeu! nem no palco nem fora do palco!)
O show vai comecar daqui a pouco... CB é sempre tarde demais, o que me irrita um pouco. E amanhã temos que dar um jeito de chegarmos, os 6 + um baixo acústico num case absurdamente gigante, em Guarulhos, rumo a Campo Grande.
E a maratona está só começando...
Mas de qualquer jeito, quinta nós enrolamos, enrolamos, enrolamos e enrolamos um pouco mais... saímos tarde do hotel pra rodoviária rumo à (mãe, essa crase existe?) Campinas.
A viagem que deveria durar pouco mais de uma hora levou praticamente duas por causa do trânsito infernal de SP. Resultado, chegamos em Campinas em cima da hora da passagem de som.
Por felicidade do acaso, o show em Campinas era cedo. Estava cheio e a galera pareceu curtir.
Depois do show, aquele papo de "vamos pra festinha na Unicamp" e eu, sociável e animado como de costume, fiquei no hotel com internet de graça, resolvendo a compra das passagens Rio-Uberlândia-Rio pro fim-de-semana do dia 24 de outubro. Chega de 15 horas de ônibus na Viação Mota... não quero mais saber disso nunca mais!
O hotel de Campinas era tão bom... era um clube com várias piscinas, uma área aberta, um gramado ótimo... E a gente foi expulso ao meio dia.
Mas Renatinho é rei e conseguiu atrasar nossa saída. Ganhamos duas horas de tolerância e, ao invés de ir aproveitar o hotel, ficamos os 6 dentro de um quarto tentando ver videos da banda e falando besteira (prioridades bem organizadas).
E de Campinas voltamos pra SP... chegamos aqui as 21h e fomos passar o som no CB. Aliás, que som ótimo... tão bom que eu já até desisti do show antes mesmo dele começar. Eu não vou ouvir nada... e o público tb não. Então, foda-se (sério... estávamos passando Las Vegas e eu estava tocando o hino brasileiro no meio... o tempo todo... e ninguém percebeu! nem no palco nem fora do palco!)
O show vai comecar daqui a pouco... CB é sempre tarde demais, o que me irrita um pouco. E amanhã temos que dar um jeito de chegarmos, os 6 + um baixo acústico num case absurdamente gigante, em Guarulhos, rumo a Campo Grande.
E a maratona está só começando...
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
mais uma aulinha
Eu sei que todo mundo já passou por isso...
Sabe aqueles dias que você sente uma necessidade quase incontrolável de perder tempo? Que você sente que precisa ficar horas e horas compromissado e envolvido com alguma coisa que não vai servir pra muito mais do que gastar seu tempo mesmo?
Aqueles momentos em que você sente que seu coração só terá alívio se você passar o dia inteiro em função de uma coisa que, apesar de não te exigir absolutamente nada, vai te impedir de resolver qualquer outra questão da sua vida?
Pois então... a solução pra esses dias é relativamente simples.
Encontre um programa de televisão pra fazer!
Era meio dia quando chegamos (Canastra) ao prédio da MTV. Todo mundo com fome e cansado de ter que acordar de madrugada pra pegar o voo das 10 da manhã pra SP. Subimos até o estúdio onde o programa aconteceria, deixamos equipamentos e malas por lá e descemos pra famosa padaria do lado da MTV (não me pergunte o nome do lugar).
Pedimos a comida, comemos, falamos besteira, eu não resisti e pedi uma banana split... nisso a gente gastou umas 2 horas e estávamos por lá enrolando até que o produtor do programa (ou qualquer coisa que valha) apareceu pra nos chamar pra subir pro estúdio.
Nosso cronograma dizia que a montagem começava às 14h pra passagem de som ás 16h e o programa das 17h às 19h.
Faltou avisar que, após a montagem, que não levou mais de uma hora pra acontecer, a gente teria que esperar o término da gravação de um outro programa que usa a mesma centra técnica do nosso e, por isso, não poderíamos fazer barulho.
E que a gravação desse programa, apesar de marcada pras 14h, nunca acontece antes das 16h, horário da nossa passagem.
E que o programa, apesar de acontecer das 17h às 19h, não contaria com nossa participação antes das 18:30.
Basicamente, não nos avisaram que passaríamos, depois da montagem do "palco" mais 2 horas, pelo menos, sem fazer nada.
E assim foi... 1 hora esperando pra passar o som. A passagem de som, em si, durou 30 minutos no máximo.
Aí fomos pra sala da produção que nego improvisa de camarim. Não eram nem 17h ainda mas a sala é legal porque tem umas cadeiras que são presas no teto, como balanços. E eu, que sou bem criança, fiquei lá me divertindo.
Disseram que a gente ia pro programa as 18h. Que iam rolar 3 ou 4 músicas e umas conversas e tal.
Faltando 15 pras 18h alguém diz pra gente que vamos pro estúdio em meia hora.
18:15 e nada acontece.
(nesse meio tempo a gente gravou umas vinhetinhas pra dois outros programas, um deles do Mion e o outro chama Tocaí, ou cousa do gênero. Mas isso não gastou nem 15 minutos de espera)
Finalmente acabaram com nossa espera por volta das 18:25 e fomos pro estúdio.
Não tenho ideia dos nomes dos apresentadores do programa (que originalmente são 3 mas ontem só tinham 2, um rapaz e uma senhorita) mas tenho uma questão. Quando você recebe pessoas no seu trabalho ou na sua casa, não é legal pelo menos dar oi, falar alguma coisa... pelo menos fingir que é uma pessoa sociável (e olha que quem pergunta é um sujeito vestido numa blusa que diz "Fuck you fuckin' fuck)?
Pois... entramos alheios aos apresentadores do programa. Nos posicionamos pra tocar e esperamos o intervalo terminar.
Ao vivo, aí sim fomos cumprimentados. Uma meia dúzia de perguntas básicas e uma música. Mais um quarto de dúzia de perguntas, agenda de shows, e mais uma música.
Intervalo. Nenhuma palavra trocada entre produção, banda, e apresentadores.
Volta do intervalo, mais um bla bla bla inútil, e a última música.
Fechamos o programa com Conhaque, música que não tem sopros. Eu e Marco ficamos (eu mais ainda) fingindo que jogávamos cartas. E aí eu tenho outra questão (minhas questões com a simpatia dos outros está ficando ridícula).
Ao ir embora de um lugar, é muito sofrível esperar 2 minutos pra se despedir dos seus convidados ao invés de ir embora à francesa enquanto eles tocam?
Enfim... não me importo nem um pouco com não ter falado especificamente com esses dois apresentadores, cujas identidades ignoro completamente. Mas, mais do que simpatia, é uma questão de educação. Ou não?
Bom... assim que se faz. De meio dia às 19h com 1:30 de tabalho, no máximo. Uma linda forma de jogar 5:30, pelo menos, de tempo no lixo. Assim é a televisão. Isso porque a gente nem foi ao Faustão, onde o clássico é perder o dia inteiro pra aparecer 20 minutos.
E no fim das contas... alguém aí viu o programa?
Pois é.
Noite de bobeira no hotel com internet em SP... não sei se era a fome absurda mas o Steak Diana que eu pedi às 23h estava quase sensacional. Um pouco salgado demais, mas é culpa do molho inglês e dos ingredientes do Diana que são meio carregados no sal mesmo. Jantei bem feliz...
Agora, quinta-feira, aguardo o povo da banda voltar da Rua pra partirmos pra rodoviária, rumo a Campinas, onde tocaremos hoje de noite.
Sabe aqueles dias que você sente uma necessidade quase incontrolável de perder tempo? Que você sente que precisa ficar horas e horas compromissado e envolvido com alguma coisa que não vai servir pra muito mais do que gastar seu tempo mesmo?
Aqueles momentos em que você sente que seu coração só terá alívio se você passar o dia inteiro em função de uma coisa que, apesar de não te exigir absolutamente nada, vai te impedir de resolver qualquer outra questão da sua vida?
Pois então... a solução pra esses dias é relativamente simples.
Encontre um programa de televisão pra fazer!
Era meio dia quando chegamos (Canastra) ao prédio da MTV. Todo mundo com fome e cansado de ter que acordar de madrugada pra pegar o voo das 10 da manhã pra SP. Subimos até o estúdio onde o programa aconteceria, deixamos equipamentos e malas por lá e descemos pra famosa padaria do lado da MTV (não me pergunte o nome do lugar).
Pedimos a comida, comemos, falamos besteira, eu não resisti e pedi uma banana split... nisso a gente gastou umas 2 horas e estávamos por lá enrolando até que o produtor do programa (ou qualquer coisa que valha) apareceu pra nos chamar pra subir pro estúdio.
Nosso cronograma dizia que a montagem começava às 14h pra passagem de som ás 16h e o programa das 17h às 19h.
Faltou avisar que, após a montagem, que não levou mais de uma hora pra acontecer, a gente teria que esperar o término da gravação de um outro programa que usa a mesma centra técnica do nosso e, por isso, não poderíamos fazer barulho.
E que a gravação desse programa, apesar de marcada pras 14h, nunca acontece antes das 16h, horário da nossa passagem.
E que o programa, apesar de acontecer das 17h às 19h, não contaria com nossa participação antes das 18:30.
Basicamente, não nos avisaram que passaríamos, depois da montagem do "palco" mais 2 horas, pelo menos, sem fazer nada.
E assim foi... 1 hora esperando pra passar o som. A passagem de som, em si, durou 30 minutos no máximo.
Aí fomos pra sala da produção que nego improvisa de camarim. Não eram nem 17h ainda mas a sala é legal porque tem umas cadeiras que são presas no teto, como balanços. E eu, que sou bem criança, fiquei lá me divertindo.
Disseram que a gente ia pro programa as 18h. Que iam rolar 3 ou 4 músicas e umas conversas e tal.
Faltando 15 pras 18h alguém diz pra gente que vamos pro estúdio em meia hora.
18:15 e nada acontece.
(nesse meio tempo a gente gravou umas vinhetinhas pra dois outros programas, um deles do Mion e o outro chama Tocaí, ou cousa do gênero. Mas isso não gastou nem 15 minutos de espera)
Finalmente acabaram com nossa espera por volta das 18:25 e fomos pro estúdio.
Não tenho ideia dos nomes dos apresentadores do programa (que originalmente são 3 mas ontem só tinham 2, um rapaz e uma senhorita) mas tenho uma questão. Quando você recebe pessoas no seu trabalho ou na sua casa, não é legal pelo menos dar oi, falar alguma coisa... pelo menos fingir que é uma pessoa sociável (e olha que quem pergunta é um sujeito vestido numa blusa que diz "Fuck you fuckin' fuck)?
Pois... entramos alheios aos apresentadores do programa. Nos posicionamos pra tocar e esperamos o intervalo terminar.
Ao vivo, aí sim fomos cumprimentados. Uma meia dúzia de perguntas básicas e uma música. Mais um quarto de dúzia de perguntas, agenda de shows, e mais uma música.
Intervalo. Nenhuma palavra trocada entre produção, banda, e apresentadores.
Volta do intervalo, mais um bla bla bla inútil, e a última música.
Fechamos o programa com Conhaque, música que não tem sopros. Eu e Marco ficamos (eu mais ainda) fingindo que jogávamos cartas. E aí eu tenho outra questão (minhas questões com a simpatia dos outros está ficando ridícula).
Ao ir embora de um lugar, é muito sofrível esperar 2 minutos pra se despedir dos seus convidados ao invés de ir embora à francesa enquanto eles tocam?
Enfim... não me importo nem um pouco com não ter falado especificamente com esses dois apresentadores, cujas identidades ignoro completamente. Mas, mais do que simpatia, é uma questão de educação. Ou não?
Bom... assim que se faz. De meio dia às 19h com 1:30 de tabalho, no máximo. Uma linda forma de jogar 5:30, pelo menos, de tempo no lixo. Assim é a televisão. Isso porque a gente nem foi ao Faustão, onde o clássico é perder o dia inteiro pra aparecer 20 minutos.
E no fim das contas... alguém aí viu o programa?
Pois é.
Noite de bobeira no hotel com internet em SP... não sei se era a fome absurda mas o Steak Diana que eu pedi às 23h estava quase sensacional. Um pouco salgado demais, mas é culpa do molho inglês e dos ingredientes do Diana que são meio carregados no sal mesmo. Jantei bem feliz...
Agora, quinta-feira, aguardo o povo da banda voltar da Rua pra partirmos pra rodoviária, rumo a Campinas, onde tocaremos hoje de noite.
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